Playbook da aula

RH Next Level: do diagnóstico à prática

O que foi dito na aula, organizado para você consultar e aplicar. Dados, frameworks, o método de recrutamento com IA mostrado ao vivo, prompts prontos e um plano de ação que salva o seu progresso.

6 etapas 6 prompts para copiar Plano de ação com 15 passos
MNMarcelo Nóbrega
Marcelo NóbregaEstratégia, carreira e IA no RH
FPFernando Paiva
Fernando PaivaRecrutamento e seleção com IA
01
Marcelo Nóbrega

O RH está perdendo o lugar na mesa

A provocação que abriu a aula. Os números mostram o tamanho do problema, e a IA abre a maior oportunidade de virar o jogo.

13

líderes de RH, entre cerca de 400 perfis mapeados nas 500 maiores empresas do Brasil, ocupam cadeira em conselho ou comitê de pessoas.

Levantamento de Marcelo Nóbrega, publicado em e-book
75%

de cerca de 400 CEOs entrevistados não recomendariam o seu líder de RH para outra empresa.

Pesquisa com CEOs citada na aula, ligada à USP
400ª

A partir dessa posição no ranking das 500 maiores, o RH deixa de se reportar ao CEO e fica fora das decisões.

Levantamento de Marcelo Nóbrega

O que muda a sua posição na mesa

Quem está na mesa contribui

Todo executivo do C-level participa: coloca ponto de vista, pergunta, desafia. Não se entra calado e sai quieto de uma reunião de diretoria.

Entender de negócio, defender gente

O RH precisa entender estratégia e contexto, mas puxa a conversa para o seu lado: cultura, governança, ética e desenvolvimento. Se o RH também só olhar o número, ninguém defende esses temas.

Entregue o que a empresa precisa

Não o que você gosta de fazer. Exemplo da aula: o diretor novo que implanta plano de cargos e salários porque sabe fazer, quando a empresa precisava de outra coisa. Comece pelo diagnóstico.

Casos citados na aula

Recém-chegado ao RH, vindo de TI, Marcelo ouviu isso do CEO global numa reunião de diretoria. A virada de chave foi entender que todo mundo na mesa tem que ter visão sistêmica e de longo prazo e contribuir para o objetivo da empresa.

O treinamento de vendas ficava com o diretor de vendas, que não confiava no RH. Depois de uns quatro meses entregando resultado e ajudando vendas e operações, o próprio diretor pediu: assuma essa área. A lição é ocupar o espaço com diagnóstico certo e entrega, sem pedir permissão.

Uma operação com turnover e absenteísmo muito altos e executivos aplicando fórmulas que funcionaram em outro contexto. Conversando com os colaboradores e testando caminhos, a empresa trouxe os índices para a média do varejo. Contexto diferente pede ação diferente.

Numa aquisição, o RH deveria avaliar a cultura da empresa comprada para pesar esse fator na decisão. Isso quase nunca acontece, assim como é rara a presença de RH em conselhos.

A gente tem que ser ousado. Pedir desculpas é melhor do que pedir permissão.

Marcelo Nóbrega
02
Marcelo Nóbrega

As 3 personas que chegam à liderança de RH

Perfis identificados no levantamento dos líderes de RH das maiores empresas do país. Em média, as três levam cerca de 17 anos para chegar ao topo.

RH de carreira

Muda de empresa e de tamanho de posição ao longo da trajetória. Passa por vários subsistemas de RH antes de liderar a área. Aprofunda a técnica e depois amplia a visão de negócio para falar a língua do CEO, de operações e de finanças.

Participação no levantamento~60%
Pós-graduaçõesDuas: uma técnica em RH e outra em negócios (estratégia, finanças, visão das outras áreas).
Tempo até o topoCerca de 17 anos.

CEO RH

Profissional de negócio (operações, marketing, vendas ou finanças) que passa pelo RH. Acontece em duas situações: está no plano de sucessão e precisa aprender gestão de gente, ou o RH não funciona e o CEO coloca alguém de fora para arrumar a área. Nos dois casos é temporário.

Participação no levantamento25 a 30%
Por que importaMostra que a cadeira é disputada por quem fala a língua do negócio.
PassagemTemporária, dentro de um plano de desenvolvimento ou de um turnaround.

Company man / company woman

Passou a carreira em uma ou duas empresas, em geral grandes, multinacionais, em setores regulados ou com sindicatos fortes. Conhece profundamente a cultura e consegue alinhá-la à estratégia. Passou por menos subsistemas que o RH de carreira.

Participação no levantamento~15%
Pós-graduaçõesDuas, ambas técnicas em RH, alinhadas ao perfil da empresa.
Tempo até o topoDe 15 a 17 anos.

Dica de carreira: espere uns cinco anos depois da graduação para a primeira pós, e mais uns cinco para a segunda. Com bagagem, você aproveita muito mais a troca em sala.

Marcelo Nóbrega

Como subir de nível: abra espaço na agenda

Você é promovido fazendo o trabalho do seu chefe e mostrando que já é maior que a cadeira. Para assumir coisas novas, precisa se desfazer de outras. Quatro saídas, nesta ordem:

1

Parar

Corte o que não gera mais valor para a organização.

2

Delegar

Desenvolva alguém para assumir o que hoje é seu.

3

Terceirizar

Dentro ou fora da empresa, quando não é competência essencial.

4

Automatizar

É core mas é rotina? Sistema, IA ou agente de IA.

O que diferencia o executivo do C-level

Decide

Faz gestão em vez de tocar o dia a dia.

Visão sistêmica

Olha a empresa inteira e, muitas vezes, mais para fora do que para dentro.

Longo prazo

Desapega do técnico conforme sobe, como no Pipeline de Liderança.

Forma gente

Atua no plano sucessório. Pergunta de entrevista do Marcelo: quem te substituiu quando você foi promovido?

As duas metades do RH

Operações de RH

Custo e padrão

Departamento pessoal, rotina, padronização, processo, automação.

Desenvolvimento

Inovação e relação

DHO, engajamento, criatividade, longo prazo, diferenciação.

Quase ninguém navega bem nas duas. O risco é virar especialista de uma metade e não perceber quando o contexto da empresa muda. Qualquer uma pode ser estratégica, desde que combine com o momento do negócio. Empresas vencedoras alinham estratégia, cultura e gestão de pessoas. Na aula, o exemplo foi Bradesco, Nubank e XP: mesmo setor, estratégias e culturas diferentes, e cada uma coerente consigo mesma.

03
Marcelo Nóbrega

IA não é coisa de TI

Roda no computador, mas transforma comportamento, estrutura e forma de trabalhar. Isso é domínio de RH.

Os dilemas que caem no colo do RH

O supercontribuidor individual

Uma pessoa com IA passa a entregar como quatro, cinco ou oito. Como manter essa pessoa engajada? Quem é o gestor dela? Como remunerar?

Da pirâmide ao losango

Com agentes fazendo trabalho de entrada, a previsão citada é de menos gente na base. Então como formar os seniores de amanhã e fazer o plano sucessório?

Upskilling e reskilling

Se funções vão mudar ou desaparecer, onde fica o dever da empresa de requalificar as pessoas?

"TI é o novo RH"

A frase é do CEO da Nvidia. Marcelo discorda e deixa o recado: preciso de vocês para provar que ele está errado.

O organograma do RH do futuro: rede, não pirâmide

Líder de RH Especialistasrecompensa, talento Produtodesign, ágil, dados BPsexperiência e cultura AgenteAgenteAgenteAgente Auditoria e exceções
Especialistas e BPsEspecialistas em recompensa, talento e desenvolvimento. BPs cuidam dos momentos da verdade: experiência e cultura.
Produto dentro do RHDesign thinking, agilidade e dados redesenham processos como produtos que líderes e colaboradores queiram usar. PDI e avaliação de desempenho, hoje "um saco", viram produto.
Agentes de IACriados pelo time de produto e orquestrados pelos especialistas.
Auditoria e tratamento de exceçõesAudita os agentes, trata alucinação, viés, fraude e discriminação, e retroalimenta o sistema.

Um RH menor, mais ágil, especializado e em rede, trabalhando em pods e sprints. E surgem funções novas, como auditor de viés de algoritmo e designer de produto de RH. Exemplo citado: na Atlassian, o RH passou a liderar a habilitação em IA da empresa inteira.

Plugin ou rewire: duas formas de usar IA

Plugin

Acelerar cada etapa

Coloca IA em cada passo do processo atual. Pode não mudar o resultado final, porque os gargalos e as esperas continuam lá.

EtapaEtapaEsperaEtapa
Rewire

Redesenhar o processo

Encontra o gargalo e refaz o "cabeamento" do trabalho em volta dele. É aqui que está o ganho real.

EtapaGargalo eliminadoEntrega

Exemplo de rewire: recrutamento de ponta a ponta

Os gargalos: a agenda do líder para entrevistar, a espera por candidatos e respostas, e a triagem manual. Como fica redesenhado:

1

Job description coletivo

Um agente manda questionário para todos com quem a pessoa vai interagir: KPIs, entregas, prazos, orçamento, competências, cultura. A descrição sai muito mais rica.

2

Busca por competência, não por palavra-chave

A IA identifica as competências da vaga e busca ativamente no LinkedIn, inclusive quem não está procurando emprego.

3

Triagem assíncrona e ranking

O agente conversa com todos os interessados ao mesmo tempo e recomenda de dois a cinco nomes ao líder.

4

Roteiro e pontos de atenção

Gera o roteiro de entrevista do líder e sugere o que aprofundar em cada candidato.

5

Decisão, proposta e onboarding prontos

O líder decide. A IA gera a oferta, dá retorno personalizado a todos e deixa prontos onboarding, contrato de metas e PDI antes do primeiro dia.

Cadê o profissional de RH tradicional nessa história? Não precisa mais. Precisa do RH que desenha esse processo e faz ele funcionar.

Marcelo Nóbrega

A lição dos radiologistas

Há cerca de dez anos, Geoffrey Hinton, um dos pais da IA e depois Nobel de Física, previu o fim dos radiologistas. No mesmo período, a Mayo Clinic ensinou IA para todo o seu departamento de radiologia. Dez anos depois, há mais radiologistas nos Estados Unidos, eles ganham mais e o exame ficou mais acessível. A pergunta para o RH: como reproduzir essa experiência?

Adaptabilidade

Para mudar de ambiente, função ou empresa.

Versatilidade

Para entregar resultado no contexto novo.

Curiosidade e coragem

Com autoconfiança para mudar.

Humildade

Ninguém tem todas as respostas. Use a inteligência coletiva.

Como começar: experimentos curtos, focados no negócio

Nada megalomaníaco, caro ou de doze meses. Escolha um problema do negócio (não do umbigo do RH), faça um experimento curto, compartilhe o aprendizado e as conquistas. Isso traz aliados como o CFO e o diretor de operações, e com eles gente, sistema e verba. Então aumente um pouco a ousadia e repita o ciclo.

04
Fernando Paiva

Recrutamento e seleção: onde a IA acelera e onde a decisão é humana

Quase 15 anos como headhunter e o método da Audens, que entrevista cerca de 500 pessoas por semana.

93 dias

tempo médio global para fechar uma vaga, segundo dado público de mercado citado na aula.

57 a 58

dias de média na Audens com IA nas etapas repetitivas. O shortlist que levava três semanas sai bem mais rápido.

~30%

de ganho de performance por headhunter, medido pelo volume de processos que cada um consegue tocar.

A vaga não fecha com o candidato. Ela fecha no alinhamento de perfil, alinhando a expectativa do gestor.

Fernando Paiva

Alinhar não é anotar o pedido: é gerir a distância entre 4 coisas

1

A dor real

O problema que gerou a vaga.

2

O perfil imaginado

O "super-herói" na cabeça do gestor, em geral parecido com ele.

3

O mercado

O que existe e costuma ocupar essa cadeira.

4

O perfil que resolve

O combinado. Alguém cede, mas todos saem alinhados.

O processo, etapa por etapa

01

Alinhamento de vaga

Grave a reunião com o gestor. A IA estrutura a ficha e aponta contradições e lacunas.

IA acelera
02

Calibração com o gestor

Gestão de expectativa. Hora de voo e "cabelo branco".

Decisão humana
03

Captação

Busca em bases e LinkedIn e mensagens em escala.

IA acelera
04

Triagem de currículos

Cem currículos contra critérios com peso, e um ranking pronto.

IA acelera
05

Roteiro de entrevista

Perguntas certas para cada competência que se quer comprovar.

IA acelera
06

Entrevista comportamental

Nada substitui uma boa entrevista. A IA ajuda a analisar a transcrição.

Decisão humana
07

Cruzamento de evidências

Referências, relacionamento e o que não está no currículo.

Decisão humana
08

Parecer ao gestor

O dossiê do shortlist, montado com IA.

IA acelera

Decidir com todos os dados na mesa é coisa de IA. Decidir sem ter todos os dados é o que o humano faz. A gente toma risco; a IA não.

Fernando Paiva

O que perguntar ao gestor antes de abrir a vaga

A dor que gerou a vaga

E o comportamento esperado nesse contexto.

O perfil do gestor

Aderência é candidato, cadeira e gestor. Ele aceita um perfil complementar?

Desafio dos primeiros meses

Pesa direto no onboarding e no turnover.

Formação e técnica

Onde esse profissional se forma e o que é obrigatório de fato.

Técnico antes do comportamental, não por ser mais importante, mas por ser mensurável. Como diz o RH: contrata-se pelo técnico e demite-se pelo comportamento.

Três instrumentos prontos antes do primeiro currículo

O que achar no CV

Critérios eliminatórios e classificatórios, com peso: formação, experiência, empresas, setor.

O que perguntar

Depende do momento da empresa: profissionalização, expansão ou turnaround mudam o perfil e as perguntas.

O que comprova

O peso que cada resposta tem na aderência final.

O perfil ideal trava a busca. Cinco níveis abrem o mercado

Aderência máximaAtende tudo.
Alta aderênciaFalta um desejável.
Boa aderênciaFaltam desejáveis. Ainda vale levar à entrevista final.
Núcleo técnicoTem o núcleo técnico completo.
ExceçãoFora do perfil. Avalie caso a caso.

Recrutamento não é ciência exata: o objetivo é reduzir risco. E antes de triar oitenta currículos, leve três perfis reais ao gestor para calibrar. Se dois estão no caminho certo, a busca se ajusta a eles.

Lições do método

Fernando contou que, contratando para o próprio time, errou em várias posições. O motivo: entrava na entrevista com pressa e sem critério, e acabava vendendo a vaga em vez de avaliar. Com a IA barrando quem não cumpre os critérios que ele mesmo definiu, o processo voltou a ter filtro.

"Sou organizado, analítico, bom líder" não prova nada. Peça um caso real: conte uma vez em que você resolveu um problema antes de alguém pedir. O que você fez? Qual foi o resultado? A IA ajuda a separar o caso real da resposta ensaiada.

A Audens testou um avatar de IA conduzindo entrevistas. Tecnicamente funcionou, mas os candidatos ficaram desconfortáveis e a conversa não evoluía. O teste foi descontinuado. Tecnologia tem hora, e vagas mais seniores levam menos IA no processo.

  • Trajetória em três linhas
  • Pontos fortes para a cadeira
  • Aderência técnica
  • Gaps e riscos
  • Aderência comportamental
  • O que o gestor deve aprofundar na entrevista

Retorno automático para todos é o mínimo. Com IA dá para personalizar. O candidato reprovado hoje pode ser o aprovado amanhã, ou o seu CEO no futuro.

O case do simulador mostrado ao vivo

Vaga de gerente regional numa indústria de material de construção, com a região sem gestão e dois distribuidores perdidos no Ceará. A partir da transcrição do alinhamento, a IA apontou as contradições do gestor:

"Engenharia é obrigatória"

Mas o melhor gerente que ele teve era formado em administração. Sinal para abrir o leque.

"Autonomia total"

Mas desconto acima de 5% precisa da aprovação dele.

"Eu decido"

Mas a decisão passa pelo CEO.

Depois vieram a ficha com critérios eliminatórios e classificatórios, o ranking dos currículos, a análise das respostas da entrevista contra o roteiro e o parecer final. O candidato que ficou em primeiro não tinha experiência em multinacional, mas cumpria quase todos os critérios definidos e trouxe evidência forte de recuperação de clientes.

Não queira construir o monstro. Fatie em pedaços pequenos e só passe para a próxima etapa quando a anterior estiver rodando com tranquilidade.

Fernando Paiva
05
Mão na massa

Prompts para copiar

Prompts montados a partir do método mostrado na aula. Copie, cole no ChatGPT, Claude ou Gemini e troque o que está entre colchetes. Não cole dados pessoais de candidatos em ferramentas sem aprovação da sua empresa (LGPD).

01

Alinhamento de vaga

Da transcrição da reunião com o gestor à ficha da vaga
Você é um especialista sênior em recrutamento e seleção.
Abaixo está a transcrição da reunião de alinhamento com o gestor da vaga [NOME DA VAGA] na empresa [SETOR E PORTE].

Com base só no que está na transcrição, entregue:
1. Ficha da vaga: contexto e dor que gerou a vaga, resultado esperado em 90 dias, formação, experiência técnica, comportamentos esperados, desafio dos primeiros meses, perfil do gestor, futuro da cadeira e etapas do processo.
2. Contradições do briefing: pontos em que o gestor diz uma coisa e descreve outra (ex.: pede autonomia total mas centraliza aprovações).
3. Lacunas: perguntas que ficaram sem resposta e que eu preciso fazer ao gestor.
4. Requisitos que encolhem o universo: critérios que reduzem muito o mercado disponível, para eu validar se são inegociáveis.

Não invente informação. Se algo não foi dito, marque como "não informado".

TRANSCRIÇÃO:
[COLE AQUI]
02

Instrumento de avaliação

Da ficha para critérios, pesos e roteiro
Com base na ficha da vaga abaixo, monte o instrumento de avaliação:

1. Critérios eliminatórios (sem eles o candidato não segue).
2. Critérios classificatórios, com peso de 1 a 5 cada, somando uma pontuação máxima.
3. Tabela de aderência em 5 níveis: máxima, alta, boa, núcleo técnico completo e exceção, dizendo o que caracteriza cada nível.
4. Roteiro de entrevista comportamental: para cada competência crítica, 2 perguntas que peçam um caso real (situação, o que a pessoa fez, resultado), e o que seria uma evidência forte e uma evidência fraca na resposta.

Considere o momento da empresa: [PROFISSIONALIZAÇÃO / EXPANSÃO / TURNAROUND].

FICHA DA VAGA:
[COLE AQUI]
03

Triagem de currículos

Ranking contra os critérios que você definiu
Você vai triar currículos usando SOMENTE os critérios abaixo.

CRITÉRIOS (com pesos):
[COLE O INSTRUMENTO DO PROMPT 2]

Para cada currículo:
- Verifique os eliminatórios. Se falhar, diga qual.
- Pontue cada critério classificatório, citando o trecho do currículo que justifica a nota.
- Reconheça termos equivalentes (cargos e experiências com nomes diferentes).
- Classifique no nível de aderência e diga: priorizar, aproximar ou excluir.

No fim, entregue um ranking com a pontuação e o principal ponto de atenção de cada um.
Não considere idade, gênero, estado civil, foto, endereço ou qualquer dado sensível.

CURRÍCULOS (sem dados pessoais identificáveis):
[COLE AQUI]
04

Análise da entrevista

Transcrição da entrevista contra o roteiro
Abaixo estão o roteiro de entrevista e a transcrição de uma entrevista com o candidato [CÓDIGO DO CANDIDATO].

Para cada competência do roteiro:
1. Resuma a resposta dada.
2. Classifique a evidência como forte, média, fraca ou ausente, explicando por quê.
3. Aponte sinais de resposta ensaiada ou genérica (autodeclaração sem caso concreto).
4. Sugira a pergunta de aprofundamento para a próxima etapa.

Feche com a aderência comportamental geral e os riscos para esta vaga.

ROTEIRO:
[COLE AQUI]

TRANSCRIÇÃO:
[COLE AQUI]
05

Parecer do shortlist

O dossiê que vai para o gestor
Monte o parecer do shortlist para o gestor da vaga [NOME DA VAGA], com um bloco por finalista, neste formato:

- Trajetória em 3 linhas
- Pontos fortes para esta cadeira
- Aderência técnica (nível e justificativa)
- Gaps e riscos
- Aderência comportamental (com as evidências da entrevista)
- O que o gestor deve aprofundar na entrevista dele

Termine com uma recomendação de ordem e o motivo, em linguagem direta, sem jargão.

INSUMOS (ficha, triagem e análises das entrevistas):
[COLE AQUI]
06

Rewire de um processo de RH

Ache o gargalo antes de colocar IA
Quero redesenhar o processo de [NOME DO PROCESSO, ex.: avaliação de desempenho, onboarding, PDI] da minha empresa usando IA.

Como funciona hoje:
[DESCREVA AS ETAPAS, QUEM FAZ E QUANTO TEMPO LEVA]

Entregue:
1. O mapa do processo atual, marcando etapas repetitivas, esperas e gargalos.
2. Uma versão "plugin" (IA acelerando cada etapa) e uma versão "rewire" (processo redesenhado em volta do gargalo). Compare as duas.
3. O que deve continuar humano e por quê.
4. Um experimento de até 30 dias para testar o rewire, com a métrica de negócio que vou apresentar à diretoria.
5. Riscos de LGPD e de viés, e como mitigar.
06
Mão na massa

Seu plano de ação

Quinze passos em três horizontes. Comece pelos próximos 7 dias e vá marcando.

Marque o que você já fez
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0%

Próximos 7 dias

Próximos 30 dias

Próximos 90 dias

Próximo passo

Gestão Estratégica de RH na Era da IA

Cinco módulos gravados com Marcelo Nóbrega, William Mazza, Tania Milleane, Carlos Cavalcanti e Fernando Paiva. Cada módulo termina com um entregável construído com os dados da sua empresa.

De R$ 2.497 por

R$1.497

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Playbook RH Next Level · Audens EduConteúdo baseado na aula de 22/09/2026
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